PARA A NOVA VIDA

Rm 12:1-2

Pr Alencar Menezes

Paulo motiva a todos a uma vida nos padrões da graça divina, pedindo, pelas misericórdias de Deus, uma resposta em atitudes por meio de quatro formas: apresentação, separação, transformação e demonstração.

1 – (v. 1) APRESENTEIS O VOSSO CORPO EM SACRIFÍCIO

Assim como Cristo, que deu sua vida por nós, podemos oferecer o melhor de nós renunciando aos apelos do homem natural. Deus é glorificado através da nossa vida, pelas nossas atitudes, segundo um padrão através da Sua palavra. O que é santo é, ao mesmo tempo, o que é agradável a Deus e não pode haver adoração maior, já que temos a Sua vida em nossa vida, do que oferecer a nossa própria vida como a melhor oferta. Esse é o nosso culto racional.

2 – (v. 2a) NÃO VOS CONFORMEIS COM ESSE MUNDO

Ao mesmo tempo em que rejeitamos o pecado, devemos manifestar a nossa inconformação para com ele, não só para com as nossas vidas, mas para com o próximo. Se não for assim estaremos compactuando com tudo que não louva ao Senhor, estaremos admitindo a possibilidade do pecado nos atingir como anteriormente, quando não tínhamos o espírito de Deus para nos ensinar. Dessa forma, levantar a bandeira do evangelho, em todas as áreas da nossa vida, deve ser o manifesto maior de indignação para com o pecado. “O mundo jaz no maligno”, no entanto, nós não pertencemos a ele. No momento em que deixarmos de ser a influência para o mundo, deixaremos de ser a igreja que abala as portas do inferno.

3 – (v. 2b) TRANSFORMAI-VOS PELA RENOVAÇÃO DO VOSSO ENTENDIMENTO

A mudança em nós vem através da novidade de vida que nos é colocada pela graça propagada pelo evangelho. Cristo nos perdoa incondicionalmente, Seu sacrifício supera tudo que possamos fazer ou deixar de fazer para conquista da salvação, o que nos coloca dependentes e escravos dessa graça. Se pecamos, somos movidos e comovidos pelo Espírito Santo ao arrependimento, não pelo constrangimento, mas pelo amor em Cristo, que faz com que perseveremos, não pela obrigação, mas pelo prazer em adorá-Lo. Renovemos o nosso entendimento, portanto, pela submissão a essa graça. Só assim seremos cristãos melhores e cidadãos melhores para honra e glória de Deus.

4 – (v. 2c) PARA QUE EXPERIMENTEIS QUAL SEJA A (BAP) BOA, AGRADÁVEL E PERFEITA VONTADE DE DEUS

Todos temos causas diante de Deus e quase sempre nos custa perceber qual a vontade do Senhor em determinadas situações que quase sempre bate de frente com aquilo que queremos. O cristão que está em sintonia com Deus consegue ter comunhão da sua vontade com a vontade do Pai, ou seja, a nossa vontade é a vontade de Deus e a vontade Deus é a nossa vontade. Quando chegamos a essa condição, todo acontecimento em nossa vida nos chega como a permissão de Deus para nós e se isso é uma realidade não temos porque ficar temerosos com coisa alguma. Para que a vontade de Deus não nos seja desagradável devemos apelar para as suas infinitas misericórdias a fim de que o quadro que se apresenta seja mudado, mesmo assim dizendo que a Sua vontade deve prevalecer, para honra e glória do Seu nome.

CONCLUSÃO: Para que as coisas comecem a tomar forma, segundo aquilo que almejamos e seja de louvor a Deus, devemos começar uma mudança em nós mesmos. Talvez aquilo que desejamos seja também a vontade do Senhor e Ele só esteja esperando a nossa disposição e o nosso primeiro passo para derramar em nossa vida aquilo que já está preparado. Preparemo-nos nesse aspecto e resgatemos aquilo que nos foi tirado e restauremos o que está destruído. Louve ao Senhor por isso e tudo o mais!

Comece fazendo uma aliança com Jesus!

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